Ano eleitoral: Criminosos batem às portas de igrejas evangélicas

Dr. Zenóbio Fonseca

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons”[1].

Estamos vivendo uma grande crise ética e de valores morais na política brasileira e em algumas instituições basilares de nossa nação. Todos os dias os noticiários apresentam escândalos de desvios de verbas públicas, obras inacabadas, autoridades envolvidas com a criminalidade, pessoas tentando corromper e corrompendo servidores públicos, etc. Enfim, as pessoas de bem não agüentam assistir tanta imoralidade na administração de nossa sociedade.

Diante desse cenário, a cada 2 anos os brasileiros são chamados, de forma compulsória, a votar em políticos (vereadores, deputados, senadores, governadores e Presidente) para nos representar e fazer leis e administrar a sociedade em geral. Ou seja, a cada 2 anos, novas eleições e novas promessas de melhora social.

É importante destacar que a política é necessária e relevante para o desenvolvimento de nossa sociedade, onde os debates de idéias e valores retratam todas as classes sociais. Não podemos confundir corrupção com política, pois o que existe são pessoas corruptas que se tornam políticos e não políticos que se tornam corruptos.

Nesse contexto, a igreja evangélica encontra-se inserida como um núcleo de transformação social e comunidade de cidadãos eleitores. Nesse particular, temos percebido que a cada 2 anos algumas práticas erradas vêm reiteradamente sendo praticadas por pessoas aspirantes ao cargo político ou pelo próprio político, quando ocorre o “assédio” eleitoral às comunidades cristãs.

No período eleitoral, ainda que a legislação eleitoral proíba que templos religiosos sejam usados como palanque eleitorais, alguns políticos ou aspirantes ao cargo tentam “seduzir” líderes de igrejas com o pretexto de “ajudar” a igreja com doações de materiais de construção, reforma do telhado, cadeiras, aparelho de ar condicionado, lajes, cestas básicas, aparelho de som novo e outras prebendas, exclusivamente para ter o seu nome veiculado como um legítimo representante popular e defensor de valores do segmento social cristã. Um verdadeiro cordeiro com pele de lobo.

Esse pseudo “candidato” a político ou político em exercício, já começa mal a sua caminhada eleitoral, pois possui uma conduta ética e moral ancorada na criminalidade e ilegalidade, pois dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem dinheiro, dádiva ou qualquer outra vantagem para obter ou dar voto é crime eleitoral previsto no artigo 299 da Lei n 4.737 de 1995 do Código Eleitoral [2].

Infelizmente, essa realidade permeia diversos locais e municípios do nosso Brasil, onde pessoas mal intencionadas, com o único objetivo de conseguir votos da comunidade cristã, apresentam-se nos 4 meses anteriores às eleições, com muitos recursos financeiros sem ser contabilizados, tentando realizar obras físicas e troca de favores, com o único objetivo de angariar votos.

Tal imoralidade e ilegalidade devem ser combatidas e denunciadas pelos evangélicos, pois tais “pseudo-candidatos” não devem ser eleitos. Devem, sim, ser expurgados para que a verdadeira representação do povo possa ser eleita de forma ética, com pessoas preparadas, vinculadas a princípios e valores morais cristãs, como missão principal de servir a comunidade local sem apego ao dinheiro.

Preocupamo-nos quando ouvimos dizer que em alguns locais existem líderes trocando apoio político a “candidatos benfeitores”. Eles podem até enganar a comunidade por algum tempo, mas o Senhor Jesus não se deixa escarnecer e no dia certo fará justiça, tal como está escrito pelo salmista em Sl 73:11-17.

Precisamos estar atentos para que de dentro da nossa comunidade possamos identificar e apresentar à sociedade homens e mulheres como “José do Egito”, “Daniel”, “Sadraque”, “Mesaque”, “Abedenego”, “Josué”, enfim, homens preparados tecnicamente, forjados no caráter e na vivência do Cristianismo, para que possam influenciar e ajudar a nossa sociedade, sob pena de sofrermos com a nossa omissão neste momento de mudança nas administrações municipais.

[1] Martin Luther King.

[2] Ver também artigo 41-A da lei 9.504/97, que trata da captação ilícita de voto, “candidato doar, oferecer, prometer, ou entregar, ao eleitor, com fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a 50 mil Ufirs, e cassação de registro ou do diploma”.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

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Bananas, Homens e Macacos… fatos que demonstram como a midia tem trabalhado a favor do darwinismo

Enézio E. de Almeida Filho
http://www.exactaexpress.com.br/mico.htm

Nota do JesusSite:

Este artigo demonstra o quanto as grandes emissoras de TV e revistas de grande circulação estão engajadas numa luta camuflada para deturpar a Palavra de Deus e tentar (em vão) desacreditar os ensinamentos Bíblicos, principalmente os contidos no livro de Genesis.

Não é um estudo Bíblico, mas sim uma matéria escrita por jornalista sério que tomou o cuidado de pesquisar as fontes a fundo antes de escrever. É bem verdade que a questão não é de competência dos jornalistas, mas sim de notarmos e destacarmos os reais objetivos da mídia, que nos últimos tempos mal tem conseguido disfarçar sua real meta de afastar de Deus seus leitores, ouvintes ou telespectadores.

Ora, nós Cristãos sabemos que existem somente dois lados: o de Deus e o de Satanás. Como a mídia têm sido cada vez mais um instrumento do mal, cabe-nos alertar os irmãos em Cristo, que abram seus olhos e examinem tudo sobre o crivo das Escrituras. Devemos ensinar nossos filhos a verdade sobre todas as coisas.

Neste caso específico, as escolas ainda ensinam a Teoria de Darwin como se não fosse “Teoria” e sim uma verdade comprovada científicamente – o que não foi e nunca será. Tal teoria carece de comprovação científica em todos os aspectos. Como se não bastasse essa teoria não resiste aos seus próprios princípios: Por exemplo, nela fala-se da evolução das espécies, que em muitos casos é verdadeira, mas nos animais quando houve uma “evolução” o produto final da evolução fez com que o produto inicial da evolução tivesse desaparecido. Ou seja, se o homem existe hoje, os macacos não deveria existir… Vejam bem, isto analisando a questão debaixo da “teoria” do próprio Darwin.

Deus fez-nos a sua semelhança, e dizer que descendemos do macaco é o mesmo que dizer que Deus não existe, ou pior, que Deus é um macaco… Que absurdo!

Somos filhos de Deus! Glória a Deus!
Fiquemos alertas, vigiando e orando, sempre, sem cessar.

Equipe JesusSite.

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Veja e Fantástico “pagam mico” em matéria sobre chimpanzé quase humano
Enézio E. de Almeida Filho (*)
http://www.exactaexpress.com.br/mico.htm

Os chimpanzés fariam mesmo parte do gênero Homo? Isso foi sugerido pela pesquisa de Morris Goodman e equipe publicada na revista Proceedings of National Academies of Science, USA, e reforçado pelo artigo “Eles têm quase tudo em comum”, do editor especial João Gabriel Santana de Lima, na revista Veja 1.804, #21, p. 73-74, de 28/5/03, que o resto da mídia desatentamente veiculou. Especialmente o Fantástico, da TV Globo.

A questão hoje em dia não é se a teoria geral da evolução de Darwin contraria os relatos religiosos da criação, mas se as evidências científicas apóiam ou não as especulações darwinistas. As evidências continuam dizendo não a Darwin et alii. E estão apontando em outra direção: design inteligente. Veja, bem como toda a mídia, continua apresentando a evolução como uma guerra cultural entre fé e razão.

Ao afirmar que na sua obra A origem das espécies Darwin mostrou “que os homens e os demais primatas tinham ancestrais comuns”, o editor especial de Veja demonstrou desconhecer totalmente a proposição do livro – a origem das espécies por meio da seleção natural ou a sobrevivência das raças favorecidas na luta pela vida. Nem mesmo esta ousada proposição Darwin chega a mostrar, ficando tão-somente nas hipóteses e em algumas analogias. É no seu segundo livro, A origem do homem, que Darwin vai especular mais a respeito dessa suposta ancestralidade comum, e que serviu de base para muito do que nós hoje conhecemos como racismo.

A conclusão da pesquisa de Goodman et alii é simplesmente bombástica, considerando-se que o atual consenso dos acadêmicos evolucionistas sobre esta suposta semelhança de DNA entre chimpanzés e humanos tem sido entre 98,5% e 95%. Por que então esta súbita semelhança na quase totalidade do DNA? O editor especial da Veja, e a mídia em geral, não destacaram, mas a equipe dirigida por Morris Goodman, da Escola de Medicina da Universidade Estadual Wayne (Detroit, Michigan, EUA) somente “comparou 97 genes de humanos, chimpanzés, gorilas, orangotangos, macacos do Velho Mundo e, numa base mais limitada, de ratos”.

Uma seqüência de 97 genes é muito pouco, em termos de dados genéticos, para se chegar a esta radical conclusão. Eles não compararam todos os genomas dos animais objeto de pesquisa. Os genomas dos primatas ainda nem estão totalmente mapeados. O genoma humano, por exemplo, está todo mapeado, mas num sentido generalizado. São mais ou menos 30 mil genes. QED: questão simples de matemática que qualquer aluno do ensino fundamental seria capaz de calcular – Goodman et alii encontraram somente 0,3% de semelhança, e não 99,4%, como foi alardeado pela pesquisa e pela mídia. Esta tentativa de comparar DNAs na sua totalidade, pelos atuais conhecimentos genômicos, está mais para chute do que ciência.

Sem dúvida que os chimpanzés são mais semelhantes com os seres humanos do que os outros símios e macacos, por que isso não seria encontrado nos seus respectivos genes? A semelhança anatômica em nada surpreende a semelhança de genes, mas o mais importante a pesquisa não considerou e a mídia não ressaltou: a origem das semelhanças a nível anatômico e genético.

Artigo ignorado

O problema da reportagem de Veja e das demais notícias veiculadas na mídia é que a porcentagem de 99,4%, além de enganadora, chama muito atenção. Os leitores não-especialistas no assunto provavelmente concluirão que os chimpanzés são “99,4% humanos”! O professor Steven Jones, evolucionista, afirmou que a banana tem 50% de genes idênticos aos humanos, mas isto não faz das bananas 50% humanas! Se bem que há muitos humanos “bananas”.

Do muito que nós conhecemos a respeito dos genes, pouco conhecemos sobre eles. Nem todos os genes são iguais. Por exemplo, alguns têm um controle profundo no desenvolvimento. Outros genes idênticos em duas criaturas diferentes têm funções diferentes. Contudo, estes limites rigorosos de “comparação genética” parecem que não são levados em conta quando comparações simplistas como esta são feitas. A se utilizar uma abordagem como esta, alguém poderia chegar à conclusão de que, baseado nos 97 genes escolhidos, os seres humanos e as bananas seriam da mesma espécie, vez que eles teriam quase que 100% de DNA idêntico.

O mais irônico sobre a pesquisa de Goodman et alii é que na mesma revista PNAS foi publicado recentemente um artigo destacando a diferença de seqüências de mtDNA [DNA mitocondrial] entre o Homo neanderthalensis e os seres humanos modernos (Caramelli et alli, “Evidence for a genetic discontinuity between Neandertals and 24,000 year-old anatomically modern Europeans”, in PNAS 100(11)6593-6597).

O editor especial da Veja e toda a mídia pagaram mico: 99,4% de semelhança de DNA é realmente quase 0,3%! Pano rápido!

(*) Pós-darwinista via Popper, Kuhn, Feyerabend e as evidências de design inteligente detectadas na natureza

Luz, câmara e… trevas – análise do Filme HELL BOY

Marcos Stefano
Revista Eclésia, nº 104

No, filme Hellboy, o, diabo pode até ser bonzinho.

Vermelho, fortão, com dois chifres, rabo e charuto na boca. Seria Satanás? Quase. É Hellboy. Criado em 1993 pelo desenhista americano Mike Mignola – originalmente, para os quadrinhos -, agora ele ganha as telonas com uma adaptação homônima do diretor mexicano Guillermo del Toro, que vem arrancando elogios da crítica especializada. A história começa durante a 2a Guerra Mundial. Aliando ciência e magia negra, os nazistas abrem um portal para o inferno que lhes daria a vitória. As forças aliadas conseguem impedir que o mal invada a Terra, mas um “bebê-diabo” escapa lá de dentro: é Hellboy. Nas mãos dos americanos, o demoniozinho renega sua natureza para o mal e vira a peça central de uma agência secreta no combate a outras criaturas malignas que invadem nosso mundo.

Hellboy é recheado de cenas com apelo ocultista. O inimigo do “Vermelho” é um tal de Grigori Rasputin, que apesar de ser declarado como morto na Revolução Russa de 1917, ressuscita 60 anos depois, com um ritual que envolve até sacrifício humano. A partir daí, começa a enviar outros demônios contra Hellboy a fim de desencadear o Apocalipse – nesse caso, não com a vitória de Cristo, mas a destruição da humanidade. Rasputin também costuma blasfemar contra Deus e considera-se, ele próprio, uma divindade.

Crucifixos e amuletos – Já o herói, interpretado pelo ator Ron Perlman, também tem suas recaídas. Em um cemitério de Moscou, Hellboy traz um morto de volta à vida mediante encantamento. Além disso, chama a atenção o uso de crucifixos, vidrinhos de água benta do Vaticano e relíquias de santos que são usados como amuletos, tudo numa atmosfera sombria e enigmática. “As histórias de Mike são ótimas. Ao mesmo tempo que é mítico e bizarro, consegue apresentar personagens muito humanos, vulneráveis e divertidos”, disse recentemente o diretor Del Toro, que ficou famoso por seus filmes recheados de terror como A Espinha do Diabo e Blade II – O caçador de vampiros.

Apesar de não ser conhecido do grande público, Hellboy aponta uma tendência: cada vez são mais comuns heróis como ele, que sintetizam o pensamento moderno, de que não existe o bem e o mal absolutos – tudo é relativo. Estes são os personagens que atualmente fazem mais sucesso, principalmente no meio da juventude. Têm um estilo rebelde, alguma ligação com as trevas e, normalmente, costumam negar os ensinamentos cristãos. Fora a densidade psicológica dos protagonistas de Hellboy e os efeitos especiais que suprem a superficialidade de uma história adaptada dos quadrinhos, é essa aversão aos princípios bíblicos que mais chama a atenção no filme. Tanto que um dos bordões do filme é: “Onde a luz. não se manifesta, o mal prevalece”. (Marcos Stefano)

P&G: Empresa acusada de envolvimento com o satanismo foi vítima de boatos e difamações

Este é outro daqueles textos que nos mostra que não devemos acreditar em tudo que ouvimos ou lemos

 

Jamierson Oliveira – Gerente Editorial
Revista Defesa da Fé, junho 2000

Vivemos em um tempo onde, com o advento da informática e da Internet, a informação ganhou uma velocidade nunca antes imaginada. Se antigamente uma má notícia andava a passos largos, que dirá hoje com essas novas tecnologias? Uma das mais recentes vítimas de calúnia e difamação que se alastrou vertiginosamente no universo virtual e ganhou força entre as comunidades evangélicas no Brasil foi a multinacional do ramo de alimentação, produtos de limpeza e medicamentos, a Procter & Gamble.

Já em 1981-82, pela primeira vez, depois em 1984-85, e posteriormente em 1990, a empresa foi acusada de patrocinar o movimento satanista em todo o mundo, causando enorme prejuízo à sua imagem. Agora esse boato voltou com força novamente por meio de um boletim que circula nas igrejas sob o título “Alertas aos Cristãos”, cujo texto narra que um dos altos executivos da Procter & Gamble tenha participado do programa de entrevista de Phil Donahue – EUA e do programa Sally Jessy Raphael EUA, algo parecido com os programas de Jô Soares e Marília Gabriela, no Brasil. E que nesses programas ele tenha afirmado que a P&G aplicava dinheiro na expansão da “igreja de satanás”, da qual era membro. E que teria sido questionado pelo apresentador se ele não temia um boicote aos produtos da empresa, fazendo uma declaração dessa natureza, pergunta à qual teria respondido: não há cristãos suficientes no mundo para prejudicar a nossa empresa.

Essa difamação à qual a P&G foi submetida nessa nova onda chegou ao conhecimento do ICP no final do ano passado, quando também fomos procurados por Sylvia Weiss Chan, coordenadora do Departamento de Relações Externas da empresa, que solicitava nosso apoio para o esclarecimento desses rumores. O ICP então, prudentemente, passou a investigar o caso em contato com o Christian Research Institute (o ICP nos EUA) e outros contatos que temos, chegando às conclusões que aqui apresentaremos com base nas mais seguras fontes e documentos e pelo fato de verificar que esse boato ainda permanece circulando em nosso meio. O que só ajuda a criar um estigma de que somos um povo radical, extremista e simplista.

Embora por si só a natureza da notícia pareça absurda e desprovida de provas cabais, muitos veículos evangélicos de informações aqui no Brasil a publicaram, e o conselho que está sendo passado é que os crentes não comprem produtos da empresa, entre eles o sabão em pó Ariel, as batatas Pringles, fraldas Pampers etc. Esses veículos de informação tiveram de se retratar posteriormente por falta de provas.

Parece nos faltar um pouco da qualidade dos crentes bereanos, pois temos uma inclinação a crer em tudo que ouvimos, sem, de antemão, aferir a autenticidade das informações, é o famoso “comer pelas mãos dos outros”.

Conforme mencionado acima, a acusação baseia-se na notícia que um dos diretores da empresa tenha feito essas declarações nos programas citados. Mas, uma vez que (veja aqui o fac-símile A) consta a afirmação oficial do responsável de um dos programas que nenhum executivo da P&G jamais tenha ido a esses programas, a notícia perde toda a sua autenticidade, reforçando a tese de que tudo não passa de calúnias circuladas pela concorrência.
É simples. Tira-se o pilar principal para que toda a estrutura venha abaixo por falta de sustentabilidade. Como foi o caso do Código da Bíblia, matéria que mereceu capa de Defesa da Fé em janeiro deste ano e que estava ganhando espaço em nossas igrejas. Por exemplo: o código baseia-se na afirmação que todos os manuscritos da Bíblia são iguais, sendo isso necessário para validar o método de contagem que Eliyahu Rips criou. Mas, uma vez que haja diferença significativa de grafia e letras, (e há muitas) entre os manuscritos tornando-os diferentes nesses aspectos (como de fato são conforme qualquer estudioso pode verificar) logo o código fica invalidado, e se há nele algo de sobrenatural não é de uma fonte divina. Assim também é válido o mesmo raciocínio em relação à acusação sofrida pela P&G.

Ocorre que a Internet tem possibilitado aos hackers (experts em programação de informática) “plantar” notícias inverídicas em nome de organizações e empresas, causando uma enorme confusão até que tudo venha a ser esclarecido oficialmente.

Recentemente também ouvimos, com as mesmas características do caso da P&G, uma informação que o papa João Paulo II estava se reunindo com líderes de diversas religiões mundiais, como o islamismo, budismo e outras e que organizava uma maciça perseguição às outras religiões minoritárias e principalmente aos evangélicos de todo o mundo. O ICP soube que houve até vigília nesse sentido, e fomos bastante procurados sobre isso. É muito difícil que seja verdadeira essa informação, pois a tendência do mundo é o ecumenismo-pluralista religioso, método muito mais estratégico e eficiente que a perseguição, e esses líderes sabem disso. O ecumenismo confunde, enquanto a perseguição une.

Nossa intenção aqui é trazer esse esclarecimento às nossas igrejas, e evitar que se envolvam com afirmações infundadas atraindo processos judiciais como já está ocorrendo com alguns desses veículos que difundiram a notícia. No mais, qualquer informação que o ICP receber que venha constatar esses fatos, reportaremos à Igreja a quem estamos servindo com dedicação. Apresentamos aqui, ainda, declarações de pessoas dignas de nossa confiança que redigiram notas em favor da empresa citada, como segue (Cartas B, C) cartas da Associação Evangelística Billy Graham, e do Concilio Geral das Assembléias de Deus dos EUA .

…Porque não há coisa encoberta que não haja de manifestar-se, nem coisa secreta que não haja de saber-se e vir à luz. Vedes pois como ouvis (Lucas 8.17).

 

Pregações sobre o Código da Vinci para download

Juanribe Pagliarin – Jesus e o Código da Vinci – Clique aqui para fazer o download

Codigo da Vinci 1.mp3 [Após entrar no link, aguarde até aparecer a opção para download, depois clique com o botão direito do mouse sobre a opção e mande “Salvar Destino Como…”

Codigo da Vinci 2.mp3

Codigo da Vinci 3.mp3

Documentário em vídeo: Código da Vinci – Livro e Filme

O evangelho proibido de Judas – download

Tenha cuidado, não acredite em tudo o que os filmes mostram

Sinopse:

Documentário produzido pela National Geographic Channel, aonde diz tudo sobre o Evangelho de Judas, que foi encontrado na década de 80 mas só agora, a partir do ano de 2006, que foram começadas as pesquisas e traduções. O Evangelho contradiz muitas coisas doque a Bíblia convencional informa sobre Cristo, pode um documento arqueológico mudar sua Fé? Baixe, assista e tire suas Conclusões!


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