surpreendente caos no clima Geleira faz com que geleira gigante na Argentina se rompa pela primeira vez no inverno


Geleira Perito Moreno se rompeu pela primeira vez no inverno; técnicos apontam aquecimento global como culpado do fenômeno

Andres Forza/Reuters

O arco de 60 metros de altura da geleira argentina Perito Moreno rompeu-se nesta quarta-feira (9), reeditando seu majestoso e periódico espetáculo que, no entanto, aconteceu pela primeira vez no inverno austral –fenômeno que pode ser diretamente relacionado ao aquecimento global, segundo cientistas e ecologistas.
O teto do túnel que ligava os braços Rico e Canal de los Témpanos que ontem tinha extensão de 50 metros, começou a desabar ante o olhar atônito dos visitantes, em meio a um estrondo.
O derretimento cíclico dessa “represa” de gelo, que comporta um braço do lago Argentino, nos Andes austrais, acontece geralmente no verão. Este ano, no entanto, começou mais cedo — para surpresa dos meteorologistas e cientistas.
“Esta é a primeira vez que a geleira derrete no inverno. Isso pode estar relacionado ao aquecimento global, já que o aumento da temperatura afeta a resistência do gelo”, disse Carlos Corvalán, diretor do Parque Nacional Los Glaciares, na província de Santa Cruz.
“O gelo não deve ter a mesma dureza de costume. Sempre derrete no verão, quando o gelo está mais fraco”, considerou Corvalán.
A geleira Moreno fica a 2.800 km de Buenos Aires, com uma superfície de 275 km quadrados e uma frente que mede entre 4 km e 5 km. A massa de gelo deve seu nome a um dos pioneiros argentinos da exploração da região patagônica e faz parte do sistema de Gelos Continentais.
Segundo um estudo do Centro Austral de Pesquisa Científica (Cadic), sediado no Ushuaia, as geleiras da Patagônia estão diminuindo por causa das mudanças climáticas. “Os fatores do derretimento no inverno podem ser muitos, começando pelo fato de que o gelo da ponta tem cerca de 400 anos, o que pode significar que esteja frágil”, explicou outra fonte dos Parques Nacionais.
Desde 1917, os cientistas registram os avanços e retrocessos da geleira, cujos ciclos de crescimento e derretimento se tornaram irregulares por causa do aquecimento global, segundo estudos oficiais.
O derretimento fora de hora da Perito Moreno é um indicador das mudanças climáticas, embora a comunidade científica se divida acerca dos motivos do aquecimento do planeta.
“Nos últimos 20 anos, as geleiras ao longo da Patagônia diminuíram em extensão entre 10% e 20%”, informou o Instituto Argentino de Neves, Geleiras e Ciências Ambientais de Mendoza.
France Presse, em Buenos Aires /Follha Online

Como as religioes podem contribuir para proprocionar a paz ou acabar com ela


Na abertura do III colóquio internacional sobre “O contributo das religiões para a paz”, que decorre até amanhã em Lisboa, o presidente da Comissão de Liberdade Religiosa, Mário Soares, aludiu à importância do diálogo: «Acredito nas virtudes do diálogo inter-religioso e entre crentes e não crentes», disse.

Eu também! Mas o diálogo entre crentes e não crentes é assunto arrumado; aí não há problema. Crentes e não-crentes sempre se deram bem (onde Jesus tinha liberdade de expressão e movimentos era exactamente fora dos círculos religiosos da época …).

O problema coloca-se é exactamente no diálogo inter-religioso, isto é, entre crentes e crentes… As religiões (que propagandeiam o amor…) matam mais que o terrorismo

fonte: http://luismelancia.blogspot.com

O Jesus que eu nunca conheci – DEscoberta pedra onde está registrado que um anjo ressuscitou Jesus Cristo


Nota do webmaster: Ao publicar este texto não estamos concordando com ele, estamos apenas divulgando esta informação que pode servir para muitos
Toda descoberta arqueológica vinculada ao período de Cristo provoca debates incendiados que muitas vezes se eternizam. A última revelação não decepcionará os polemistas, pois afeta as raízes do cristianismo, ao sugerir que a ressurreição do Messias no terceiro dia após sua morte é uma tradição anterior à figura histórica de Jesus.

Acaba de acontecer no Museu de Israel. Um pesquisador da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel Knohl, apresentou na terça-feira um estudo sobre uma lousa de 90 cm de pedra calcária, datada do século 1º antes de Cristo e descoberta há 15 anos, que contém 87 linhas escritas com tinta. Nelas, segundo o arqueólogo, se descreve o anjo Gabriel ressuscitando um líder messiânico três dias depois de sua morte. Se realmente for isso o que está escrito na pedra, o conceito da ressurreição próprio do cristianismo teria sua origem na tradição judaica anterior.

A peça foi vendida há uma década por um negociante jordaniano a um colecionador suíço-israelense, que a mostrou a vários especialistas. Acredita-se que foi encontrada na margem jordaniana do mar Morto, no lado oposto a onde se situam as cavernas de Qumran, cenário de outra descoberta, os pergaminhos do mar Morto, sobre os quais se discute sem descanso desde 1948. A deterioração da lousa também propiciou várias interpretações porque muitos vocábulos estão quase ilegíveis. É um exemplo pouco freqüente daquele período. As palavras eram habitualmente esculpidas na pedra. Não se escrevia com tinta sobre ela.

A controvérsia parece própria de um país cheio de escavações arqueológicas, em busca das mais profundas raízes judias e no qual se fala o indizível da religião. Discussões acadêmicas à parte, assuntos deste porte – incluindo conceitos como a ressurreição, capital para o cristianismo – tocam as fibras mais delicadas nas sedes das igrejas cristãs, cujas relações com o judaísmo nunca foram simples.

“Minha teoria”, explicou Knohl, “não representa nenhuma ameaça para os princípios fundamentais do cristianismo e não é meu objetivo polemizar com nenhuma religião.” Os professores presentes no Museu de Israel explicaram que o conceito de ressurreição não é estranho ao judaísmo. O surpreendente, na opinião deles, é a referência aos três dias. “Em três dias viverás. Eu, Gabriel, te ordeno”, pode-se ler, segundo Knohl.

“Essa teoria oferece novas idéias sobre o personagem histórico de Jesus, não como redentor da humanidade, como concebe o cristianismo, mas como um Messias cujo objetivo era redimir o povo a que pertencia, o judeu”, declarou Knohl, que afirma ter traduzido uma das palavras que outros pesquisadores tinham sido incapazes de decifrar. Vários especialistas acrescentam que a figura de Jesus seria melhor compreendida depois de estudar a agitada história política dos judeus naquela época.

Muitos especialistas advertem que o debate acaba de começar e que a interpretação de Knohl é um tanto aventurosa. Um ano atrás foram publicados extensos relatórios que situam a origem da pedra antes do nascimento de Cristo. Agora se anuncia uma avalanche de ensaios. Parece que a polêmica não vai amainar.

fonte: El País [via UOL]
tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Nota do webmaster: Ao publicar este texto não estamos concordando com ele, estamos apenas divulgando esta informação que pode servir para muitos

Post de agradecimento a DEUS e aos visitantes, pois estamos já na casa das 1500 visitas diárias

Neste post estou divulgando a estatística a fim de glorificar o nome de DEUS. Reconheço que não sou perfeito, não sou o melhor, e louvo ao meu Senhor por me conceder a oportunidade de fazer um blog que apesar de bastante tosco está tendo uma visitação bastante expressiva.
Os ultimos dias tem registrado 1400 visitas diárias em média, tendo alcançado no dia 11/07/2008 a magnifica marca de 1586 (não estão incluidos os visitante que voltaram no mesmo dia, pois usamos o sistema de cockies).

Ajude-nos a divulgar esta tão importante obra. Se sua igreja disponibiliza pregações na internet avise-nos, pois estaremos incluindo gratuitamente

Deixe-nos saber o que deseja encontrar em nosso site em sua proxima visita

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Crianças indigenas enterradas vivas

 

Bananas, Homens e Macacos… fatos que demonstram como a midia tem trabalhado a favor do darwinismo

Enézio E. de Almeida Filho
http://www.exactaexpress.com.br/mico.htm

Nota do JesusSite:

Este artigo demonstra o quanto as grandes emissoras de TV e revistas de grande circulação estão engajadas numa luta camuflada para deturpar a Palavra de Deus e tentar (em vão) desacreditar os ensinamentos Bíblicos, principalmente os contidos no livro de Genesis.

Não é um estudo Bíblico, mas sim uma matéria escrita por jornalista sério que tomou o cuidado de pesquisar as fontes a fundo antes de escrever. É bem verdade que a questão não é de competência dos jornalistas, mas sim de notarmos e destacarmos os reais objetivos da mídia, que nos últimos tempos mal tem conseguido disfarçar sua real meta de afastar de Deus seus leitores, ouvintes ou telespectadores.

Ora, nós Cristãos sabemos que existem somente dois lados: o de Deus e o de Satanás. Como a mídia têm sido cada vez mais um instrumento do mal, cabe-nos alertar os irmãos em Cristo, que abram seus olhos e examinem tudo sobre o crivo das Escrituras. Devemos ensinar nossos filhos a verdade sobre todas as coisas.

Neste caso específico, as escolas ainda ensinam a Teoria de Darwin como se não fosse “Teoria” e sim uma verdade comprovada científicamente – o que não foi e nunca será. Tal teoria carece de comprovação científica em todos os aspectos. Como se não bastasse essa teoria não resiste aos seus próprios princípios: Por exemplo, nela fala-se da evolução das espécies, que em muitos casos é verdadeira, mas nos animais quando houve uma “evolução” o produto final da evolução fez com que o produto inicial da evolução tivesse desaparecido. Ou seja, se o homem existe hoje, os macacos não deveria existir… Vejam bem, isto analisando a questão debaixo da “teoria” do próprio Darwin.

Deus fez-nos a sua semelhança, e dizer que descendemos do macaco é o mesmo que dizer que Deus não existe, ou pior, que Deus é um macaco… Que absurdo!

Somos filhos de Deus! Glória a Deus!
Fiquemos alertas, vigiando e orando, sempre, sem cessar.

Equipe JesusSite.

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Veja e Fantástico “pagam mico” em matéria sobre chimpanzé quase humano
Enézio E. de Almeida Filho (*)
http://www.exactaexpress.com.br/mico.htm

Os chimpanzés fariam mesmo parte do gênero Homo? Isso foi sugerido pela pesquisa de Morris Goodman e equipe publicada na revista Proceedings of National Academies of Science, USA, e reforçado pelo artigo “Eles têm quase tudo em comum”, do editor especial João Gabriel Santana de Lima, na revista Veja 1.804, #21, p. 73-74, de 28/5/03, que o resto da mídia desatentamente veiculou. Especialmente o Fantástico, da TV Globo.

A questão hoje em dia não é se a teoria geral da evolução de Darwin contraria os relatos religiosos da criação, mas se as evidências científicas apóiam ou não as especulações darwinistas. As evidências continuam dizendo não a Darwin et alii. E estão apontando em outra direção: design inteligente. Veja, bem como toda a mídia, continua apresentando a evolução como uma guerra cultural entre fé e razão.

Ao afirmar que na sua obra A origem das espécies Darwin mostrou “que os homens e os demais primatas tinham ancestrais comuns”, o editor especial de Veja demonstrou desconhecer totalmente a proposição do livro – a origem das espécies por meio da seleção natural ou a sobrevivência das raças favorecidas na luta pela vida. Nem mesmo esta ousada proposição Darwin chega a mostrar, ficando tão-somente nas hipóteses e em algumas analogias. É no seu segundo livro, A origem do homem, que Darwin vai especular mais a respeito dessa suposta ancestralidade comum, e que serviu de base para muito do que nós hoje conhecemos como racismo.

A conclusão da pesquisa de Goodman et alii é simplesmente bombástica, considerando-se que o atual consenso dos acadêmicos evolucionistas sobre esta suposta semelhança de DNA entre chimpanzés e humanos tem sido entre 98,5% e 95%. Por que então esta súbita semelhança na quase totalidade do DNA? O editor especial da Veja, e a mídia em geral, não destacaram, mas a equipe dirigida por Morris Goodman, da Escola de Medicina da Universidade Estadual Wayne (Detroit, Michigan, EUA) somente “comparou 97 genes de humanos, chimpanzés, gorilas, orangotangos, macacos do Velho Mundo e, numa base mais limitada, de ratos”.

Uma seqüência de 97 genes é muito pouco, em termos de dados genéticos, para se chegar a esta radical conclusão. Eles não compararam todos os genomas dos animais objeto de pesquisa. Os genomas dos primatas ainda nem estão totalmente mapeados. O genoma humano, por exemplo, está todo mapeado, mas num sentido generalizado. São mais ou menos 30 mil genes. QED: questão simples de matemática que qualquer aluno do ensino fundamental seria capaz de calcular – Goodman et alii encontraram somente 0,3% de semelhança, e não 99,4%, como foi alardeado pela pesquisa e pela mídia. Esta tentativa de comparar DNAs na sua totalidade, pelos atuais conhecimentos genômicos, está mais para chute do que ciência.

Sem dúvida que os chimpanzés são mais semelhantes com os seres humanos do que os outros símios e macacos, por que isso não seria encontrado nos seus respectivos genes? A semelhança anatômica em nada surpreende a semelhança de genes, mas o mais importante a pesquisa não considerou e a mídia não ressaltou: a origem das semelhanças a nível anatômico e genético.

Artigo ignorado

O problema da reportagem de Veja e das demais notícias veiculadas na mídia é que a porcentagem de 99,4%, além de enganadora, chama muito atenção. Os leitores não-especialistas no assunto provavelmente concluirão que os chimpanzés são “99,4% humanos”! O professor Steven Jones, evolucionista, afirmou que a banana tem 50% de genes idênticos aos humanos, mas isto não faz das bananas 50% humanas! Se bem que há muitos humanos “bananas”.

Do muito que nós conhecemos a respeito dos genes, pouco conhecemos sobre eles. Nem todos os genes são iguais. Por exemplo, alguns têm um controle profundo no desenvolvimento. Outros genes idênticos em duas criaturas diferentes têm funções diferentes. Contudo, estes limites rigorosos de “comparação genética” parecem que não são levados em conta quando comparações simplistas como esta são feitas. A se utilizar uma abordagem como esta, alguém poderia chegar à conclusão de que, baseado nos 97 genes escolhidos, os seres humanos e as bananas seriam da mesma espécie, vez que eles teriam quase que 100% de DNA idêntico.

O mais irônico sobre a pesquisa de Goodman et alii é que na mesma revista PNAS foi publicado recentemente um artigo destacando a diferença de seqüências de mtDNA [DNA mitocondrial] entre o Homo neanderthalensis e os seres humanos modernos (Caramelli et alli, “Evidence for a genetic discontinuity between Neandertals and 24,000 year-old anatomically modern Europeans”, in PNAS 100(11)6593-6597).

O editor especial da Veja e toda a mídia pagaram mico: 99,4% de semelhança de DNA é realmente quase 0,3%! Pano rápido!

(*) Pós-darwinista via Popper, Kuhn, Feyerabend e as evidências de design inteligente detectadas na natureza

Filme A Cruz e o Punhal

Recomendamos o firefox para baixar o filme ( está hospedado no megaupload)

O download só funciona durante a noite, mas vale a pena