Bananas, Homens e Macacos… fatos que demonstram como a midia tem trabalhado a favor do darwinismo

Enézio E. de Almeida Filho
http://www.exactaexpress.com.br/mico.htm

Nota do JesusSite:

Este artigo demonstra o quanto as grandes emissoras de TV e revistas de grande circulação estão engajadas numa luta camuflada para deturpar a Palavra de Deus e tentar (em vão) desacreditar os ensinamentos Bíblicos, principalmente os contidos no livro de Genesis.

Não é um estudo Bíblico, mas sim uma matéria escrita por jornalista sério que tomou o cuidado de pesquisar as fontes a fundo antes de escrever. É bem verdade que a questão não é de competência dos jornalistas, mas sim de notarmos e destacarmos os reais objetivos da mídia, que nos últimos tempos mal tem conseguido disfarçar sua real meta de afastar de Deus seus leitores, ouvintes ou telespectadores.

Ora, nós Cristãos sabemos que existem somente dois lados: o de Deus e o de Satanás. Como a mídia têm sido cada vez mais um instrumento do mal, cabe-nos alertar os irmãos em Cristo, que abram seus olhos e examinem tudo sobre o crivo das Escrituras. Devemos ensinar nossos filhos a verdade sobre todas as coisas.

Neste caso específico, as escolas ainda ensinam a Teoria de Darwin como se não fosse “Teoria” e sim uma verdade comprovada científicamente – o que não foi e nunca será. Tal teoria carece de comprovação científica em todos os aspectos. Como se não bastasse essa teoria não resiste aos seus próprios princípios: Por exemplo, nela fala-se da evolução das espécies, que em muitos casos é verdadeira, mas nos animais quando houve uma “evolução” o produto final da evolução fez com que o produto inicial da evolução tivesse desaparecido. Ou seja, se o homem existe hoje, os macacos não deveria existir… Vejam bem, isto analisando a questão debaixo da “teoria” do próprio Darwin.

Deus fez-nos a sua semelhança, e dizer que descendemos do macaco é o mesmo que dizer que Deus não existe, ou pior, que Deus é um macaco… Que absurdo!

Somos filhos de Deus! Glória a Deus!
Fiquemos alertas, vigiando e orando, sempre, sem cessar.

Equipe JesusSite.

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Veja e Fantástico “pagam mico” em matéria sobre chimpanzé quase humano
Enézio E. de Almeida Filho (*)
http://www.exactaexpress.com.br/mico.htm

Os chimpanzés fariam mesmo parte do gênero Homo? Isso foi sugerido pela pesquisa de Morris Goodman e equipe publicada na revista Proceedings of National Academies of Science, USA, e reforçado pelo artigo “Eles têm quase tudo em comum”, do editor especial João Gabriel Santana de Lima, na revista Veja 1.804, #21, p. 73-74, de 28/5/03, que o resto da mídia desatentamente veiculou. Especialmente o Fantástico, da TV Globo.

A questão hoje em dia não é se a teoria geral da evolução de Darwin contraria os relatos religiosos da criação, mas se as evidências científicas apóiam ou não as especulações darwinistas. As evidências continuam dizendo não a Darwin et alii. E estão apontando em outra direção: design inteligente. Veja, bem como toda a mídia, continua apresentando a evolução como uma guerra cultural entre fé e razão.

Ao afirmar que na sua obra A origem das espécies Darwin mostrou “que os homens e os demais primatas tinham ancestrais comuns”, o editor especial de Veja demonstrou desconhecer totalmente a proposição do livro – a origem das espécies por meio da seleção natural ou a sobrevivência das raças favorecidas na luta pela vida. Nem mesmo esta ousada proposição Darwin chega a mostrar, ficando tão-somente nas hipóteses e em algumas analogias. É no seu segundo livro, A origem do homem, que Darwin vai especular mais a respeito dessa suposta ancestralidade comum, e que serviu de base para muito do que nós hoje conhecemos como racismo.

A conclusão da pesquisa de Goodman et alii é simplesmente bombástica, considerando-se que o atual consenso dos acadêmicos evolucionistas sobre esta suposta semelhança de DNA entre chimpanzés e humanos tem sido entre 98,5% e 95%. Por que então esta súbita semelhança na quase totalidade do DNA? O editor especial da Veja, e a mídia em geral, não destacaram, mas a equipe dirigida por Morris Goodman, da Escola de Medicina da Universidade Estadual Wayne (Detroit, Michigan, EUA) somente “comparou 97 genes de humanos, chimpanzés, gorilas, orangotangos, macacos do Velho Mundo e, numa base mais limitada, de ratos”.

Uma seqüência de 97 genes é muito pouco, em termos de dados genéticos, para se chegar a esta radical conclusão. Eles não compararam todos os genomas dos animais objeto de pesquisa. Os genomas dos primatas ainda nem estão totalmente mapeados. O genoma humano, por exemplo, está todo mapeado, mas num sentido generalizado. São mais ou menos 30 mil genes. QED: questão simples de matemática que qualquer aluno do ensino fundamental seria capaz de calcular – Goodman et alii encontraram somente 0,3% de semelhança, e não 99,4%, como foi alardeado pela pesquisa e pela mídia. Esta tentativa de comparar DNAs na sua totalidade, pelos atuais conhecimentos genômicos, está mais para chute do que ciência.

Sem dúvida que os chimpanzés são mais semelhantes com os seres humanos do que os outros símios e macacos, por que isso não seria encontrado nos seus respectivos genes? A semelhança anatômica em nada surpreende a semelhança de genes, mas o mais importante a pesquisa não considerou e a mídia não ressaltou: a origem das semelhanças a nível anatômico e genético.

Artigo ignorado

O problema da reportagem de Veja e das demais notícias veiculadas na mídia é que a porcentagem de 99,4%, além de enganadora, chama muito atenção. Os leitores não-especialistas no assunto provavelmente concluirão que os chimpanzés são “99,4% humanos”! O professor Steven Jones, evolucionista, afirmou que a banana tem 50% de genes idênticos aos humanos, mas isto não faz das bananas 50% humanas! Se bem que há muitos humanos “bananas”.

Do muito que nós conhecemos a respeito dos genes, pouco conhecemos sobre eles. Nem todos os genes são iguais. Por exemplo, alguns têm um controle profundo no desenvolvimento. Outros genes idênticos em duas criaturas diferentes têm funções diferentes. Contudo, estes limites rigorosos de “comparação genética” parecem que não são levados em conta quando comparações simplistas como esta são feitas. A se utilizar uma abordagem como esta, alguém poderia chegar à conclusão de que, baseado nos 97 genes escolhidos, os seres humanos e as bananas seriam da mesma espécie, vez que eles teriam quase que 100% de DNA idêntico.

O mais irônico sobre a pesquisa de Goodman et alii é que na mesma revista PNAS foi publicado recentemente um artigo destacando a diferença de seqüências de mtDNA [DNA mitocondrial] entre o Homo neanderthalensis e os seres humanos modernos (Caramelli et alli, “Evidence for a genetic discontinuity between Neandertals and 24,000 year-old anatomically modern Europeans”, in PNAS 100(11)6593-6597).

O editor especial da Veja e toda a mídia pagaram mico: 99,4% de semelhança de DNA é realmente quase 0,3%! Pano rápido!

(*) Pós-darwinista via Popper, Kuhn, Feyerabend e as evidências de design inteligente detectadas na natureza

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